Taquiarritmias supraventriculares (FA/flutter com resposta ventricular rápida) e taquicardia sinusal não compensatória — infusão de manutenção
AdultoDose: 50 mcg/kg/min inicial · faixa 50–200 · máx. usual 300 · titular 50 a cada 4 min até redução da FC de cerca de 20 % ou FC < 100 bpm, sem hipotensão
Ajuste renal: Sem ajuste para infusão de 150 mcg/kg/min por até 4 h; sem dados acima disso — cautela: o metabólito ácido é excretado pelo rim e sua meia-vida aumenta 10 vezes na doença renal terminal; risco de hipercalemia, sobretudo em hemodiálise (bula). Insuficiência hepática: sem precaução especial (bula).
Detalhes e fontes
Bula do Brevibloc: dose de ataque opcional de 500 mcg/kg em 1 min, seguida de 50 mcg/kg/min por 4 min; se necessário, novo ataque e 100, depois 150 e até 200 mcg/kg/min, a cada 4 min; manutenção eficaz 50–200 mcg/kg/min (doses de 25 já foram suficientes); acima de 200 há pouco efeito adicional e mais reações adversas — não recomendado para taquicardia; na hipertensão podem ser necessários 250–300; segurança acima de 300 não estudada (Guia HSL: máxima 300). Faixa usual do app 50–200 (alerta acima) e máxima 300 (perigo acima). Sem ataque, o estado de equilíbrio leva cerca de 30 min. Infusão documentada até 24–48 h; transição para propranolol, digoxina ou verapamil: reduzir 50 % 30 min após a 1ª dose do outro fármaco e suspender após a 2ª se o controle se mantiver (bula). Não usar para controlar TSV na vigência de vasopressores ou inotrópicos (dopamina, epinefrina, norepinefrina) (bula).
Fontes: bula-brevibloc-cristalia, guia-hsl-esmolol
Titulação — Taquiarritmias supraventriculares (FA/flutter com resposta ventricular rápida) e taquicardia sinusal não compensatória — infusão de manutenção
Faixa usual 50–200 mcg/kg/min; máxima usual 300 mcg/kg/min.
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Tabela de titulação
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