Hipotensão e choque (cardiogênico, séptico, anafilático) — vasopressor de segunda linha
AdultoDose: 2 mcg/kg/min inicial · faixa 1–20 · máx. usual 50
Ajuste renal: Sem ajuste de dose descrito. Na insuficiência renal, a bula restringe a dose baixa (0,5–2 mcg/kg/min) a pacientes euvolêmicos que continuam oligúricos após diurético, com suspensão se não houver resposta; a dose baixa para proteção renal não é mais recomendada (bula).
Detalhes e fontes
Bula do Dopacris: iniciar com 1–5 mcg/kg/min e aumentar a intervalos de 5–10 min até o efeito desejado; doses usuais 5–10 mcg/kg/min, podendo chegar a 20–50; acima de 50 só a critério médico, em insuficiência circulatória muito grave. Faixa usual do app 1–20 (alerta acima de 20, limite da tabela do Hospital São Camilo, que usa 2,5–20 mcg/kg/min) e máxima 50 (Guia HSL e bula; perigo acima). O passo de titulação não consta das fontes, por isso o campo titulacao fica vazio. Efeitos dose-dependentes (bula): 0,5–2 dopaminérgico (vasodilatação renal e mesentérica), 2–10 beta-1 (inotrópico), acima de 10 alfa predominante (vasoconstrição), acima de 20 semelhante à norepinefrina. Não é vasopressor de primeira linha no choque séptico: SSC 2021 (rec. 37) e SSC 2026 recomendam norepinefrina sobre dopamina (recomendação forte, certeza alta). Corrigir hipovolemia, hipóxia, hipercapnia e acidose antes de iniciar; se a hipotensão persistir, considerar vasoconstritor mais potente (norepinefrina); retirar gradualmente, com expansão volêmica, para evitar hipotensão aguda (bula).
Fontes: bula-dopacris-cristalia, guia-hsl-dopamina, saocamilo-bomba-infusao-2023, ssc-2021, ssc-2026
Titulação — Hipotensão e choque (cardiogênico, séptico, anafilático) — vasopressor de segunda linha
Faixa usual 1–20 mcg/kg/min; máxima usual 50 mcg/kg/min.
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Tabela de titulação
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