Suporte inotrópico no baixo débito cardíaco (inclusive choque séptico com disfunção miocárdica)
AdultoDose: 2,5 mcg/kg/min inicial · faixa 2,5–20 · máx. usual 40
Detalhes e fontes
Bula: iniciar com 2,5 mcg/kg/min e titular a intervalos de alguns minutos pela resposta; a maioria dos pacientes fica entre 2,5 e 10 mcg/kg/min; frequentemente até 20; doses de até 40 mcg/kg/min foram relatadas em raras ocasiões. Por isso a faixa usual do app vai até 20 (alerta acima disso) e a dose máxima é 40 (perigo acima disso), os dois limites da bula. A experiência em ensaios controlados não ultrapassa 48 h. SSC 2021 (rec. 41): dobutamina associada à norepinefrina, ou epinefrina isolada, no choque séptico com disfunção cardíaca e hipoperfusão persistente apesar de volume e PA adequados; o protocolo de sepse do HC-UFTM (2026) usa 2,5–20 mcg/kg/min nessa situação. SSC 2026 (rec. 60–61): mantém a sugestão de inotrópico na disfunção cardíaca com hipoperfusão persistente apesar de volume e PA adequados — dobutamina associada à norepinefrina ou epinefrina isolada (condicional, certeza muito baixa), em adição ao vasopressor e não em seu lugar; dados insuficientes para dobutamina vs. milrinona; mantém a sugestão contra levosimendana (rec. 62). As doses acima não mudam.
Fontes: bula-dobutrex-abl, guia-hsl-dobutamina, ssc-2021, ssc-2026, hc-uftm-sepse-2026
Titulação — Suporte inotrópico no baixo débito cardíaco (inclusive choque séptico com disfunção miocárdica)
Faixa usual 2,5–20 mcg/kg/min; máxima usual 40 mcg/kg/min.
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Tabela de titulação
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